Professores unidos em prol da educação de qualidade

“A educação é um típico ‘que-fazer’ humano, ou seja, um tipo de atividade que se caracteriza fundamentalmente por uma preocupação, por uma finalidade a ser atingida. A educação dentro de uma sociedade não se manifesta como um fim em si mesmo, mas sim como um instrumento de manutenção ou transformação social.” (LUCKESI, 2001, p. 30).
Assim, ocorreu ontem às 19h00, na sala de vídeo do Colégio O Bom Pastor Júnior, entre equipe pedagógica, pais, ex-alunos e professores particulares, o I Encontro de Professores Estimuladores para tratar sobre assuntos ligados ao papel do professor na educação da criança e adolescente, neste mundo marcado pelas mudanças que podemos chamar de “Sociedade da Informação”.

De acordo com Rosilene Amarante – Gestora Pedagógica do Colégio O Bom Pastor Júnior, hoje uma criança recebe mais informações do que um homem adulto em toda sua vida na idade média. Essa criança vem para a sala de aula com muitas informações. “Quem é que vai dar o direcionamento de tudo isso que ela esta recebendo? Os pais, a escola, os professores. O papel do docente é fundamental”, ressalta.

Olinda Oliveira, mãe de Lucas Oliveira estudante do 4° ano do Colégio O Bom Pastor Júnior, enalteceu o trabalho dos professores e falou das dificuldades e desafios que eles enfrentam em lidar com seres bem pequenos que dependem das nossas atitudes para a construção do saber enquanto formadora de cidadãos. “Eu deposito grande confiança na escola e nos professores de reforço que são os olhos, os pés e as mãos da gente. Sinto uma grande felicidade por ter participado desse encontro, tenho a certeza que os resultados serão positivos”, conclui.

Paulo Victor – Professor Estimulador e ex-aluno do Colégio O Bom Pastor, estudou na escola durante 14 anos e contou emocionado sobre como começou a ser professor de reforço e a importância dessa atividade. “A ideia veio quando minha mãe quis me tirar do colégio por motivos financeiros. Através disso percebi que dando aula de reforço daria para pagar a escola. A cobrança dos pais foi grande, tinha que fazer com que as notas fossem acima de 8,0, pois o pagamento era maior. Em meio a isso, além de ter ensinado “minhas crianças” – como as chamo carinhosamente – eu aprendi também, e essa profissão fez com que hoje eu freqüente a Faculdade.”
Por Adiorlan Filho










